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| http://willartes.blogspot.com/ |
Saída pela loja de presentes
E segue a polêmica em torno do filme de BANKSY.
Após ter sido proibido de usar uma máscara na cerimônia do Oscar (marcada para o próximo domingo), o grafiteiro inglês, que está em Los Angeles, começou a fazer uma série de atentados poéticos contra a indústria do entretenimento dos EUA nas ruas da cidade. Em seu site oficial, ele começou a postar imagens de trabalhos feitos esta semana em muros e outdoors dos arredores de Hollywood.
Ele concorre ao prêmio de melhor documentário pelo filme Exit through the gift shop, mas, se ganhar, pode não estar presente para receber a estatueta porque nunca mostrou o rosto publicamente. Caso ele não revele sua identidade, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas não permitirá sua entrada no Kodak Theatre.
Ele concorre ao prêmio de melhor documentário pelo filme Exit through the gift shop, mas, se ganhar, pode não estar presente para receber a estatueta porque nunca mostrou o rosto publicamente. Caso ele não revele sua identidade, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas não permitirá sua entrada no Kodak Theatre.
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| http://banksyfilm.com/ |
Edital Rumos Artes Visuais
A quinta edição do Rumos Artes Visuais tem por objetivo incentivar e divulgar a produção de artistas emergentes e atuantes no Brasil, tomando como critérios de seleção a qualidade das obras.
Além de investigar a produção de arte contemporânea do momento, o programa propicia aos contemplados oportunidade de aprimoramento profissional por meio de ações de formação, como concessão de bolsas de estudo, participação em palestras e ações de difusão (exposições, divulgação em mídia), contribuindo, assim, com um olhar artístico mais abrangente, sensível à diversidade de linguagens que integram o panorama artístico do país.
Participação
O candidato deve atuar no Brasil e ter iniciado sua trajetória profissional a partir de 2000, o que será comprovado por participação em exposições. A inscrição, gratuita, é restrita a pessoas físicas, sem limitação etária, e voltada a artistas, com formações diversas.
O participante pode se inscrever individualmente ou como membro de um coletivo. No caso de coletivo, apenas um integrante deve constar como responsável pela inscrição.
Não há limite para o número de obras a ser apresentadas, mas elas devem ter sido produzidas a partir de 2008, podendo estar concluídas ou em forma de projeto.
Premiação
Para os contemplados, o Itaú Cultural organizará em sua sede, na cidade de São Paulo, uma exposição coletiva, prevista para 2012, em que serão exibidas as obras de todos os artistas e/ou grupos selecionados, assegurando ampla divulgação desse evento na mídia impressa e eletrônica.
Os contemplados terão ainda seus dados artísticos, curriculares e biográficos inseridos e divulgados nos catálogos e peças gráficas e virtuais produzidos em decorrência do programa Rumos e da exposição Rumos Artes Visuais.
As obras contempladas poderão ser apresentadas em exposições fora da cidade de São Paulo. Nessa hipótese, participarão somente as obras que tenham consonância com o recorte curatorial estabelecido para a itinerância, de acordo com o mapeamento regional que será realizado por curadores contratados pelo Itaú Cultural.
Na vigência desta edição (2011-2013), até quatro contemplados - que obtiverem destaque profissional diferenciado, segundo os critérios de avaliação da equipe curatorial - poderão ser agraciados com bolsas de estudo.
Inscrição
De 23 de fevereiro a 29 de maio de 2011. Acesse o edital e realize seu cadastro.
Dúvidas: rumosartesvisuais@itaucultural.org.br
Dúvidas: rumosartesvisuais@itaucultural.org.br
Convite
Stencil art, colagem, pinturas em tela, ilustrações, fotografia, escultura, são algumas das técnicas a serem expostas na primeira ação VISIO. Imaginário pelos artistas:
CHEN CHEN com Clara Domingas e Cabaio (Argentina) - Naara Nascimento - Tuti Minervino - - Júlio Costa - May aka H.D. - Juliana Bestetti - Alex o. - Bigod - Alana Barbo.
Somente no dia 25, sexta, das 14 às 18h em um muro da Av. Manoel Dias da Silva, Pituba.
Design interativo emergente de redes
Projeto que tenta ilustrar o quão extenso e profundo pode ser o campo do design; aborda um aspecto minúsculo de suas possibilidades, tentando chamar a atenção para a necessidade de se unificar um pensamento fracionado no sentido de colocar este campo do conhecimento no seu devido lugar de destaque. Veja mais e experimente você mesmo as combinações imagéticas, os resultados porem surpreender:(vide exemplos abaixo): http://randomizzze.com/
Street Art View
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| http://streetartview.com/ |
O site é uma coleção colaborativa de locais do Google Street View em parceria com a Red Bull que sinaliza onde a arte de rua está presente.
A navegação e a interface permitem que os visitantes tenham conhecimento do contexto onde a arte está inserida e como ela interage com a paisagem urbana.
Clicando em um trabalho, as fotos do Flickr são automaticamente integradas ao site e sobrepostas na perspectiva correta, dando assim uma série de alternativas para a visita panorâmica da rua.
Os internautas também podem colaborar, compartilhando seus achados da rua e ajudando assim a criar a maior coleção de arte do mundo.
1 muro por 1 dia
VISIO. Imaginário irá circular por espaços públicos diversificados objetivando prioritariamente a acessibilidade da arte num formato de exibição que une irreverência e conscientização.
Mesmo estando diretamente associado ao estilo livre e da cultura de guerrilha da Street Art, o projeto prevê toda a produção prévia para a realização de mostras coletivas ou individuais, como por exemplo: envio de convites virtuais; divulgação em sites/ blogs/ redes sociais; apresentação das obras em suportes convencionais e molduras; montagem respeitando as configurações do local escolhido.
O conceito de duração, será de no máximo 1 dia por questões óbvias à natureza efêmera destes eventos sujeitos às condições climáticas e também de segurança.
Vale ressaltar que, trata-se de um evento gratuito e as obras expostas não serão comercializadas no local. Em caso de interesse, os artistas serão contatados posteriormente.
Planeja-se ainda, durante as exposições, ações diversas e integradas com participação da comunidade.
Apoios culturais privados ou institucionais serão sempre bem vindos para a viabilização desta produção que defende uma nova ordem nas artes visuais.
A primeira edição, que acontece no próximo dia 25 de fevereiro em local a ser divulgado, apresentará obras de artistas integrantes do Atelier Coletivo VISIO. com participação de Naara e do projeto “Chen Chen” formado por Clara Domingas e Cabaio (convidado especial da Argentina).
Luanda-Salvador
Stickers e pinturas nos espaços públicos fazem o link cultural entre estas duas cidades. Intervenções de Silvana Resende. Mais fotos aqui.
Poro Collective em Salvador
Na próxima terça-feira (8), a Galeria 1 e o Cinema do Museu de Arte Moderna da Bahia serão palcos para discussões sobre produções artísticas, intervenções urbanas e proposições políticas através do lançamento do livro Intervalo, respiro, pequenos deslocamentos – ações poéticas do Poro. O evento, que acontece às 19h, vai contar com a exibição do documentário Poro – Intervenções Urbanas e Ações Efêmeras, e posteriormente, com um bate-papo com os artistas Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada!, organizadores do livro.
O livro Intervalo, respiro, pequenos deslocamentos - Ações poéticas do Poro foi premiado pelo Programa Brasil Arte Contemporânea da Fundação Bienal de São Paulo e Ministério da Cultura, e surge com o intuito de relacionar a produção artística, intervenções urbanas e proposições políticas realizados pelo Poro entre 2002 e 2010, a uma discussão ampliada sobre ações artísticas que promovem a percepção sobre o espaço público, cidade, patrimônio, memória, trabalho colaborativo, inserções artísticas em espaços não institucionais e relações entre arte e política.
A dupla de artistas que formam o Poro – Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada! – desenvolveu intervenções urbanas e ações efêmeras no Brasil e exterior, operando nos sistemas de comunicação, circulação e trocas simbólicas realizados nas cidades. Uma atuação, tanto no espaço institucional quanto no espaço não institucional, que reconhece o espaço público como lugar de convívio e campo ampliado para a articulação de proposições artísticas.
“Entendemos que a arte é uma forma de criar relações com o mundo a partir de signos, gestos e/ou objetos. Com esta noção, lançamos nosso olhar para o espaço urbano, onde, desde 2002, desenvolvemos nossos projetos. A cidade é um território fértil para nossas ações. Buscamos estabelecer relações diretas com a cidade e todo seu universo comunicacional e simbólico, ampliando e flexibilizando o significado e o entendimento sobre arte e construindo situações que fogem do uso rotineiro do espaço público”, comentam os artistas.
A obra traz, além de uma extensa coleção de imagens dos trabalhos da dupla, uma série de textos inéditos, escritos por diversos autores vindos de diferentes áreas: arquitetura, urbanismo, poesia, comunicação, história social, ativismo, artes visuais. Assinam os textos: Daniela Labra (pesquisadora e curadora - Rio de Janeiro), André Mesquita (pesquisador e ativista - São Paulo), Newton Goto (artista, pesquisador e curador - Curitiba), André Brasil (pesquisador da área de comunicação - Belo Horizonte), Wellington Cançado & Renata Marquez (arquitetos, curadores e pesquisadores - Belo Horizonte), Anderson Almeida (escritor - Belo Horizonte), Luiz Carlos Garrocho & Daniel Toledo (pesquisadores e criadores cênicos - Belo Horizonte), Ricardo Aleixo (poeta, curador e ativista cultural – Belo Horizonte).
Jardim Suspenso, a exposição.
A vida comum, a 30cm do chão
A ilustradora Iansã Negrão faz sua primeira exposição individual na reabertura da Galeria Moacir Moreno, no Theatro XVIII
A exposição Jardim Suspenso é a primeira mostra individual da designer e ilustradora Iansã Negrão. As imagens são um apanhado da produção da artista nos últimos anos, marcada pela construção de momentos de intimidade, solidão, alheiamento e entrega dos personagens, surpreendidos em epifanias cotidianas. A abertura acontece na próxima quinta-feira, 10 de fevereiro, às 19h, na Galeria Moacir Moreno, foyer do Theatro XVIII, no Pelourinho. A entrada é franca.
Iansã flagra o banal do mundo com afeto, materializando-o em diversos suportes e em diferentes horas. Em casa, no trabalho, numa sala de espera. "Jardim suspenso sempre teve essa conotação de lar para mim, de varanda da casa com plantas", diz. A ideia é que os espectadores vaguem por este jardim, deparando-se com seus moradores. Que tomem um chá com eles, sintam-se íntimos da beirada do dia ou da vida, longe da borda cotidiana.
Os quadros de pequeno formato (10x15, em média) dominam boa parte de Jardim Suspenso, apresentados em molduras de diferentes formatos e cores, que contrastam com o preto e o cinza dominantes nas imagens. “É que sou meio cega para as cores”, afirma a artista em tom de brincadeira. Boa parte dos desenhos foi feita com tinta preta e lápis, outros são experimentações no ambiente digital. Os formatos maiores são gravuras digitais impressas em canvas. Ao todo serão cerca de 100 imagens.
Iansã é jornalista formada pela Facom/UFBA e apegada à imagem. Acredita na comunicação pela linha do lápis sobre a folha em branco. Trabalha como editora de arte no jornal A TARDE e publica ilustrações em papel ou parede. Não saberia explicar nada sem fazer um desenho.
Já participou: Mostra de alunos da Oficina de Processos Contemporâneos (ministrada pelo artista plástico Caetano Dias) MAM Bahia 2004/ Galeria de Adesivos (SP<2004)/ Mostra Claro Idéias (wallpaper de celular, 2005), Diversidades (TCA, 2006), Ateliê de coreógrafos (TCA, 2006), Mostra O Ciume Ilustrado (junho, 2010, Teatro Vila Velha), Visioponto (2010/2011, ICBA, Galeria Sala de Arte) Publicações: Jornal A TARDE 2003–2010, Microafetos (Wladimir Cazé, poesia), Como se Fosse o Mesmo Céu (Gina Leite, contos), Macromundo (Wladimir Cazé, 2010, poesia)
SERVIÇO
Jardim Suspenso
Galeria Moacir Moreno
10 de fevereiro, 19h
Entrada Franca
www.flickr.com/iansa
Os quadros de pequeno formato (10x15, em média) dominam boa parte de Jardim Suspenso, apresentados em molduras de diferentes formatos e cores, que contrastam com o preto e o cinza dominantes nas imagens. “É que sou meio cega para as cores”, afirma a artista em tom de brincadeira. Boa parte dos desenhos foi feita com tinta preta e lápis, outros são experimentações no ambiente digital. Os formatos maiores são gravuras digitais impressas em canvas. Ao todo serão cerca de 100 imagens.
Iansã é jornalista formada pela Facom/UFBA e apegada à imagem. Acredita na comunicação pela linha do lápis sobre a folha em branco. Trabalha como editora de arte no jornal A TARDE e publica ilustrações em papel ou parede. Não saberia explicar nada sem fazer um desenho.
Já participou: Mostra de alunos da Oficina de Processos Contemporâneos (ministrada pelo artista plástico Caetano Dias) MAM Bahia 2004/ Galeria de Adesivos (SP<2004)/ Mostra Claro Idéias (wallpaper de celular, 2005), Diversidades (TCA, 2006), Ateliê de coreógrafos (TCA, 2006), Mostra O Ciume Ilustrado (junho, 2010, Teatro Vila Velha), Visioponto (2010/2011, ICBA, Galeria Sala de Arte) Publicações: Jornal A TARDE 2003–2010, Microafetos (Wladimir Cazé, poesia), Como se Fosse o Mesmo Céu (Gina Leite, contos), Macromundo (Wladimir Cazé, 2010, poesia)
SERVIÇO
Jardim Suspenso
Galeria Moacir Moreno
10 de fevereiro, 19h
Entrada Franca
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