Untitled from Kerotudo® on Vimeo.
The Spiral and the Square (Stockholm)
A exposição que reabriu no último dia 23/08 o Boniers Konsthal em Estocolmo (Suécia) depois das férias de verão foi curada pelo Jochen Volz, atual curador do Inhotim, em Minhas Gerais, e pela curadora e escritora Daniela Castro, brasileira radicada em São Paulo com passagem por várias instituições internacionais.
Trata-se de um projeto estruturado em torno de um romance de 1973 do pernambucano Osman Lins chamado Avalovara. O romance toma como ponto de partida a interseção entre uma espiral e um quadrado, e tem um palíndromo como fio condutor da história. A curadoria adota o mote na mostra intitulada The Spiral and the Square. Exercises on translatability.
Participam da mostra artistas de diferentes gerações e nacionalidades, cerca de metade deles brasileiros e todos com presença forte no circuito internaciona como Cao Guimarães, Rivane Neueunschwander, Cinthia Marcelle, Laura Lima, Angela Detanico & Rafael Lain; Mauricio Dias & Walter Riedweg; Eugenio Dittborn; Öyvind Fahlström; Dominique Gonzalez-Foerster; Fredrik Ehlin, Andjeas Ejiksson & Oscar Mangione; Arto Lindsay; Dora Longo Bahia; Renata Lucas; Raimundas Malašauskas & Marcos Lutyens; Rodrigo Matheus; João Modé; Fabio Morais; Natascha Sadr Haghighian; Rirkrit Tiravanija e Haegue Yang.
+ infos neste LINK.Fotos exclusivas by Junix.
Programa de Incentivo à Crítica de Artes
Através de edital e seminário, iniciativa busca fomentar e renovar a produção de crítica cultural na Bahia
Com intenção de contribuir para o desenvolvimento das artes produzidas na Bahia e da percepção analítica dos cidadãos do estado, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), lança o Programa de Incentivo à Crítica de Artes (www.fundacaocultural.ba.gov.br/criticadeartes). A iniciativa, inserida na política de formação e qualificação de criadores, técnicos, produtores e pesquisadores da área, apresenta duas ações iniciais: o Concurso Estadual de Estímulo à Crítica de Artes e o I Seminário Baiano de Crítica de Artes.
Saiba mais neste LINK.
Intervenções visuais | Futurama (27/08/11)
Em Salvador, foi dado start ao projeto Futurama.
Praça lotada para ouvir e dançar com boa música e intervenções artísticas em casarão do Centro Histórico por Happy Downlady que também assinou a obra cenográfica para video mapping do VJ Gabiru.
Infos completas: http://maquinarioproducoes.com.br/futurama/
Infos completas: http://maquinarioproducoes.com.br/futurama/
O realismo mágico de Rachel de Joode
A artista holandesa Rachel de Joode tenta decifrar a existencia humana através de esculturas, instalações, performances e fotografias mistificando cada dia da sua vida.
Arte e mobilidade
Mais do que uma série de oficinas e exposições, o Networked Hack Lab é um espaço-conceito que fará a estruturação de um laboratório para a difusão e a experimentação de linguagens audiovisuais e suas aplicações em aparelhos móveis. As ações se desenvolvem de agosto a dezembro de 2011 nas cidades de Cachoeira e Salvador, na Bahia, e integram o Programa Vivo Lab, iniciativa cultural da Vivo que apóia projetos de arte, tecnologia digital e experimentação de linguagens em todo o país.
No Networked Hack Lab oficinas e exposições usam um conjunto de tecnologias e processos que vinculam imagens, sons, textos e produtos audiovisuais a lugares específicos através de aparelhos GPS, redes sem-fio, dispositivos Bluetooth, laptops, câmeras digitais, aparelhos de celular e tablets. Para Rodrigo Minelli, coordenador artístico do projeto, o Networked Hack Lab nasce da percepção que as tecnologias são cada vez mais acessíveis e potentes, mas continuam a ser usadas de forma limitada, como foram concebidas pela indústria, sem explorar suas outras potencialidades: “Celulares são verdadeiros microcomputadores que muitas vezes as pessoas usam só para fazer ligações.”, diz Minelli.
O projeto entende que a arte, em todas as suas manifestações, vem há algum tempo se apropriando da tecnologia para criar novos espaços e plataformas de interação e intercâmbio artístico. A ideia de criar espaços para a produção colaborativa de arte eletrônica alinha-se com a de vários grupos que, no Brasil e no mundo, mantêm seus hacklabs, centros de aprendizado e troca de conhecimento entre as pessoas, promoção, uso e desenvolvimento de tecnologias criativas.
Na Bahia, o Networked Hack Lab une os conhecidos trabalhos e talentos locais com as possibilidades tecnológicas e criativas da arte eletrônica e propõe novas leituras do uso do espaço público e de uma nova possibilidade de inclusão digital.
Inscrições até 25 de agosto: http://hacklabbahia.com.br/
Space Invader em SP
Há cerca de um mês, os muros de São Paulo têm sido "invadidos" por trabalhos do artista francês Invader. São cerca de 50 pequenos mosaicos coloridos feitos de azulejos ou pastilhas, localizados em vias de grande movimento da cidade, como a Teodoro Sampaio, Consolação, Paulista e Augusta.
Veja algumas imagens e acesse o mapa aqui.
Oficina de documentário experimental
Amaranta César, professora do curso de Cinema e Audiovisual da UFRB, dá início a sua oficina de documentário experimental no Museu de Arte Moderna na Bahia neste sábado (13/08) às 9h. A atividade, que acontece também nos dias 15/08 (segunda) e 16/08 (terça), faz parte do Projeto Linha do Abraço, desenvolvido pelo Núcleo de Arte Educação, e cria um paralelo com a exposição Letícia Parente, em cartaz até o dia 04 de setembro no museu.
Destinado especialmente às crianças e aos adolescentes das comunidades próximas ao MAM, a oficina pretende oportunizar o acesso do público alvo à linguagem do vídeo. Em três dias de oficina, será possível compreender a produção e a montagem das imagens que usam o corpo como meio de comunicação da sua própria realidade, bem como o trabalho de Letícia Parente.
A proposta do Projeto Linha do Abraço é proporcionar ao público infanto-juvenil uma maior aproximação com a produção contemporânea de artes visuais. Ter o MAM-BA como espaço de acolhimento, preservação e divulgação de trabalhos de artes visuais, além da Comunidade do Solar do Unhão na vizinhança, torna o processo de ensino-aprendizagem extremamente enriquecedor.
Convite: Andanças
“Andanças” - Mostra de Performances Urbanas reúne artistas que iniciaram suas carreiras na década de 1990 para a prática da linguagem artística performance no espaço público da cidade de Salvador-BA. Nesse (re)encontro, Cintia Tosta e Zmário irão explorar os elementos que constituem suas respectivas poéticas numa relação com o espaço urbano, o tempo e, possivelmente, os transeuntes.
Performance de Cintia Tosta:
“Mon corps migrant dans la ville: une "itinerrance" entre Paris et Salvador de Bahia”.
("itinerrance"-neologismo em francês; itinérance + errance)
“Meu corpo na cidade migrante: uma "itinerrância" entre Paris e Salvador.
("itinerância"=intinerario+errante)”.
"Mon corps migrant dans la ville: une "itinerrance" entre Paris e Salvador de Bahia" performance que busca transpor à cidade de Salvador gestos e movimentos do corpo de um indivíduo migrante que procura seu caminho ou as possibilidades de novos caminhos para descobrir-se enquanto ser humano, assim que novos caminhos para descoberta de uma cidade. Uma espécie de memória viva do corpo das práticas quotidianas e experienciadas em Paris para serem compartilhadas com os transeuntes soteropolitanos. Será que os caminhos já traçados pelos mapas da turística cidade de Paris são eles os mais apropriados para se conhecer a turística cidade do Salvador? Qual seria o tempo-espaço-ritmo-movimento ideal para os encontros humanos nas cidades?
Performance de Zmário:
“Tá cansado? Tome leite Performance!”.
A ação é representativa do momento de vida do artista. Após anos de exercício profissional como performer e pesquisador, sente a necessidade de parar para refletir e redimensionar sua prática artística, abastecer corpo e mente de energia e novas ideias (tendo como metáfora a ingestão do leite Performance) para em seguida trilhar novos caminhos na arte e na vida. Tudo isso com muito bom humor e ironia, claro!
“Andanças” - Mostra de Performances Urbanas com Cintia Tosta e Zmário.
Onde: Praça 2 de Julho, Campo Grande, Salvador-BA.
Quando: 13 de agosto de 2011, a partir das 16h.
Entrada franca.
Entrada franca.
Carybé em graffiti
Homenagem a Carybé, nome artístico de Hector Julio Paride Bernabó, pintor naturalizado brasileiro, de origem argentina e que, radicado na Bahia, tornou-se um dos seus maiores e mais representativos artistas.
Para retratar um pouco da obra desse artista, convidamos grafiteiros expoentes na cena atual: Nitcho, Tarm, Acme, Denne, Magrão, crew La Selva, além de Julio Costa, da própria Bahia, que farão a releitura de algumas de suas obras.
O graffiti foi escolhido por ser tratar de uma arte urbana que a cada dia mais rompe as tradicionais barreiras na tentativa da institucionalização da arte.
Em paralelo à releitura dos grafiteiros, a exposição das gravuras originais do artista, que ilustraram o livro de Jorge Amado, O Compadre de Ogun. Curadoria de Anna Paola Baptista. Pocket show com Rafael Lima, cantando Dorival Caymmi, 6/8, às 16h. 6/8 a 30/9 Grátis. [livre] Núcleo de Referência Duque de Caxias.
Cultura Digital
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| http://www.circovoador.com.br/culturadigital/ |
O Circo Voador promove, entre os dias 11 e 14 de agosto, o II Festival de Cultura Digital (FCD). Com patrocínio da TIM e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, o evento propõe uma reflexão sobre as novas configurações de arte e de cultura que permeiam a produção cultural e intelectual da sociedade digital. A entrada é uma peça de computador, que será reaproveitada nos projetos de meta-reciclagem; ou um livro, que será doado aos projetos do Degase-RJ.
Com quatro dias de duração, a programação do FCD inclui shows, oficinas, exposições interativas, compartilhamento de MP3 e a até a construção de robôs reutilizando lixo eletrônico. Serão 12 oficinas gratuitas divididas em cinco espaços: Robótica, Áudio, Vídeo, Games e Arte-meta-reciclagem. As inscrições devem ser feitas pelo site do Circo Voador, até o dia 09 de agosto.
Aurora descoberta de Alex Oliveira
Será aberta no dia 12 de agosto, às 19:00h na galeria de arte da Aliança Francesa da Bahia, a exposição “Aurora Descoberta” de autoria do jovem fotógrafo Alex Oliveira, estudante do curso de Comunicação e Jornalismo na Universidade Federal da Bahia,reunindo um conjunto de 30 obras da sua produção mais recente.
Alex Oliveira não se atém apenas às imagens de caráter jornalístico, porém, ele busca um diferencial entre o olhar do comunicador e o olhar do artista criador, que, reforçado por uma rica busca da visualidade e dos questionamentos do cotidiano, nos apresenta sua percepção como um observador daquilo que nos enreda.
Referente à produção de seu rico acervo de imagens, o próprio autor cita que “Fotografando meus amigos em momentos de intimidade, eu utilizo do meu novo lar para dar início a um fabulário do delírio cotidiano, tornando, constantemente, o que era privado, público.”
Portanto, a mostra “Aurora Descoberta” terá o ‘quê’ de uma intimidade privada, tornada pública e devassada pelo olhar do espectador. Sendo assim, o autor complementa: “É o nascer de uma família descoberta nos amigos. Seja pelo sentimento de estar só numa nova cidade e o desejo de querer sentir-se em casa, seja por uma constante necessidade voyeurista de esmiuçar os momentos tão fugazes dessa vivência compartilhada coletivamente.”
Assim, para esta primeira mostra individual que reúne um conjunto de imagens rica em laços culturais e familiares, nas técnicas em Preto e Branco e Cor, as imagens de Alex Oliveira nos colocará em cheque entre o nosso mundo real e o imaginário, presente e passado.
O que é: Exposição de fotografias
De quem: Alex Oliveira
Curadoria e apresentação: Edgard Oliva
Local: Galeria da Aliança Francesa da Bahia
Data do vernissage: 12 de agosto de 2011
Hora: 19h
Visitação: de 13 de agosto a 3 de setembro de 2011.
Horário: segunda a sexta das 8h às 21h; sábados das 8:30h às 17h
Endereço: Av. Sete de setembro, 401 – Ladeira da Barra
Levando os elepês da Gal pra passear
Levar os elepês da cantora Gal Costa para passear ou simplesmente para que respirem novamente os ares das ruas onde, nos anos 80, transitavam das lojas para as casas, das casas para as festas, para outras casas é a meta do artista Arthur Scovino, que além da arte e da perfomance, confessa que essa ação consiste basicamente em algo que não cabe nele sozinho e por isso divide, tornando-se exposição ambulante pelas ruas das cidades e convidando as pessoas para interAÇÕES originais onde quer que estejam e sem manual de instruções. A ação terminará quando a musa lançar seu novo disco previsto para esse ano de 2011.
Saiba tudo neste link: http://www.elepesdegal.blogspot.com
Convite: Subtraídos
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O ensaio fotográfico de Péricles Mendes tem como referência um dos temas mais recorrentes deste século: o Outdoor e alguns de seus derivados (lightdoors e banners), que foram apropriados pelo movimento conhecido como Culture Jamming. Trata-se de mistura de graffite, filosofia punk do faça-você-mesmo e intervenção urbana, se espalhando pela Europa e EUA dando início a um Robin-h...oodismo semiótico. A partir da intervenção de artistas nesse meio, o Billboard Art (Outdoor arte) pode ser definido como o uso do outdoor com fins meramente artísticos, apropriado e desassociado da sua função, para “parodiar”, utilizando-se dos anúncios do próprio meio.
A interferência visual dos outdoors na paisagem urbana e rural, em torno das autoestradas e vias urbanas, são evidentes e funcionam como extensões/ampliações de uma rede de supermercado que leva o anúncio ao consumidor transeunte durante o seu trajeto por estas vias saturadas de imagens e apelos. Em tempos de crise econômica, os meios de comunicação aprimoram as qualidades de sensação dos seus comerciais para seduzir o público. As empresas com a contribuição de designers reelaboraram os sinais de comunicação para atender a demanda de anunciantes na era da informação e da imagem e passaram a assimilar em seus outdoors essa nova percepção da “paisagem em movimento”, criando o conceito de que os vidros dos carros são similiar a uma tela de tevê, onde tudo passa em fração de segundos. Diante deste panorama este ensaio fotográfico visa transformar a imposição coercitiva das mensagens dos outdoors em um signo visual artístico cuja poética se apóia em uma “contra-mensagem” que nega, opõe-se a difusão da imagem como ferramenta de dissimulação consumista. Neste sentido, o título: Subtraídos – uma estética do desaparecimento faz menção, a resignificação dessa realidade econômica-social disseminada pelo capitalismo, por uma mais subjetiva que dialogue por meio de um olhar contemplativo, estático e não mais pelo movimento fugaz dos veículos.
Todavia, o tema não ofusca a qualidade da série de fotografias expostas, visto que o que aparece de imediato são imagens bucólicas de Paisagens, em que a luz é convidativa para maior contemplação. E nela nos perdemos, muitas vezes sem saber o que estamos vendo. Se por um lado o artista nos convida a um olhar distante, por outro lado, depois de identificarmos o outdoor nesse cenário, percebemos o quanto ele é um “intruso” no espaço. Alguns já apagados, quebrados, outros sem a propaganda comercial, apenas com sua estrutura.
É, portanto, através de entrelaçamento que Péricles comunica sua repulsa pelo abuso desses meios que poluem a cidade, as estradas, o campo.
Maria Celeste de Almeida Wanner [Orientadora]
A interferência visual dos outdoors na paisagem urbana e rural, em torno das autoestradas e vias urbanas, são evidentes e funcionam como extensões/ampliações de uma rede de supermercado que leva o anúncio ao consumidor transeunte durante o seu trajeto por estas vias saturadas de imagens e apelos. Em tempos de crise econômica, os meios de comunicação aprimoram as qualidades de sensação dos seus comerciais para seduzir o público. As empresas com a contribuição de designers reelaboraram os sinais de comunicação para atender a demanda de anunciantes na era da informação e da imagem e passaram a assimilar em seus outdoors essa nova percepção da “paisagem em movimento”, criando o conceito de que os vidros dos carros são similiar a uma tela de tevê, onde tudo passa em fração de segundos. Diante deste panorama este ensaio fotográfico visa transformar a imposição coercitiva das mensagens dos outdoors em um signo visual artístico cuja poética se apóia em uma “contra-mensagem” que nega, opõe-se a difusão da imagem como ferramenta de dissimulação consumista. Neste sentido, o título: Subtraídos – uma estética do desaparecimento faz menção, a resignificação dessa realidade econômica-social disseminada pelo capitalismo, por uma mais subjetiva que dialogue por meio de um olhar contemplativo, estático e não mais pelo movimento fugaz dos veículos.
Todavia, o tema não ofusca a qualidade da série de fotografias expostas, visto que o que aparece de imediato são imagens bucólicas de Paisagens, em que a luz é convidativa para maior contemplação. E nela nos perdemos, muitas vezes sem saber o que estamos vendo. Se por um lado o artista nos convida a um olhar distante, por outro lado, depois de identificarmos o outdoor nesse cenário, percebemos o quanto ele é um “intruso” no espaço. Alguns já apagados, quebrados, outros sem a propaganda comercial, apenas com sua estrutura.
É, portanto, através de entrelaçamento que Péricles comunica sua repulsa pelo abuso desses meios que poluem a cidade, as estradas, o campo.
Maria Celeste de Almeida Wanner [Orientadora]
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